BC aperta cerco contra lavagem de dinheiro e ocultação de bens

São Paulo, Sp 28/7/2020 – O BC delibera que os agentes autorizados em câmbio também devem verificar a legalidade das operações e as responsabilidades das partes envolvidas

O TreeCompliance permite a implementação imediata de qualquer política de conformidade, seja na área financeira, no comércio exterior ou câmbio

A partir de 1º de outubro entra em vigor a Circular nº 3.978/20 do Banco Central, que define os critérios a serem adotados pelos bancos e instituições financeiras em relação aos procedimentos e controles internos de prevenção a crimes de lavagem de dinheiro (PLD), ocultação de bens e financiamento ao terrorismo (CFT).

As definições tratam dos procedimentos voltados à avaliação e à análise prévia de novos produtos e serviços, como o uso de novas tecnologias, tendo em vista o risco de PLD e CFT. A Circular determina que as instituições devem promover a cultura de prevenção a esses crimes, contemplando funcionários, parceiros e prestadores de serviços terceirizados.

Também deve capacitar os colaboradores referente à prevenção, incluindo funcionários dos correspondentes no país que prestam atendimento em nome das instituições. O BC delibera ainda que os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio também devem verificar a legalidade das operações, as responsabilidades das partes envolvidas e identificar seus clientes previamente à realização das operações.

“Os bancos, instituições financeiras e de câmbio não precisam se preocupar em desenvolver uma solução para atender essa Circular. O TreeCompliance permite a implementação imediata de qualquer política de conformidade, independentemente da complexidade”, ressalta Odilon Costa, CEO da Tree Solution . “A solução também garante as políticas de “Know Your Customer” (KYC) em entidades (físicas e jurídicas) e em clientes. Por exemplo, por meio de listas de sanções, listas internas de pessoas non gratas à instituição e as contrapartes envolvidas. Assegurando que a instituição financeira ou a corretora de câmbio não serão usadas para a realização de atividades de PLD e CFT”, completa.

O Tree Compliance (que faz parte do: Tree FXBank, TreeFX Suíte Bank e TreeFX Suíte Broker ou pode ser adquirido separadamente) foi idealizado para atender a todas as resoluções do Banco Central e da Receita Federal do Brasil, que normatizam o controle e envio de informações por meios eletrônicos e/ou relatórios. Em adicional, realiza o compliance interno com regras, cadastro, restrições e avisos para que a operação não seja realizada.

A Circular nº 3.978/20 determina que o risco identificado deve ser avaliado quanto à probabilidade de ocorrência e à magnitude dos impactos financeiro, jurídico, reputacional e socioambiental para a instituição. E ficará vedado o início da relação de negócios sem que os procedimentos de identificação e de qualificação do cliente estejam concluídos.

“O TreeCompliance também atende essas exigências, porque faz a integração com listas restritivas públicas e/ou privadas (OFAC, World Check, etc.), inclusão de questionamentos específicos de compliance pré-determinados e monitora as transações em tempo real, mitigando erros e permitindo a diligência de operações suspeitas. Dessa forma, submete às justificativas, aprovação ou recusa, com monitoria e alertas que não interferem na conduta, mas que precisam ser supervisionadas”, explica Costa. Por ser uma ferramenta de controle de dados multiempresa e multifiliais, tem flexibilidade para interfaces de entrada e saída (inclusive para datas passadas) e o cálculo manual e automático de Rating.

O cerco do BC tem foco também nas operações em espécie de valor igual ou superior a R$ 2 mil, exigindo que as instituições incluam a transação nos registros, com os dados do destinatário e do portador dos recursos. Para operações de depósito ou aporte em espécie de valor igual ou superior a R$ 50 mil, a instituição deverá incluir no registro os dados do destinatário, do portador e a origem do recurso.

Será necessário ainda, manter os registros de todas as operações realizadas, produtos e serviços contratados, inclusive saques, depósitos, aportes, pagamentos, recebimentos e transferências de recursos. O período para a execução dos procedimentos de monitoramento e seleção das operações e situações suspeitas não pode exceder o prazo de 45 dias, contados a partir da data da ocorrência da operação ou da situação. Anualmente deverá ser elaborado um relatório (com data-base de 31 de dezembro) e encaminhado ao BC até 31 de março do ano seguinte ao da data-base.

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br