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BANCADA ESTADUAL DO PMDB REJEITA PRESSÃO DE REQUIÃO

A bancada estadual do PMDB decidiu que não irá se submeter a nenhum tipo de interferência da executiva estadual do partido que, sob a influência do senador eleito Roberto Requião, tenta convencer os deputados a articular uma chapa de oposição ao deputado tucano Valdir Rossoni, que concorre à presidência da Assembleia Legislativa.

O presidente estadual do PMDB e líder da bancada, Waldyr Pugliesi, disse que a bancada tem autonomia para decidir sobre sua participação na Mesa. “A bancada do PMDB é autônoma. E decide por si mesma. Nós podemos até fazer uma ‘audiência pública’ para ouvir a opinião de fora. Mas a bancada é soberana para decidir”, afirmou Pugliesi, que disse representar o partido na discussão.

por Elizabete Castro/Estado do Paraná. Leia a matéria na íntegra.

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BANCADA ESTADUAL DO PMDB REJEITA PRESSÃO DE REQUIÃO

Bancada estadual do PMDB rejeita pressão de Requião

por Elizabete Castro/Estado do Paraná

A bancada estadual do PMDB decidiu que não irá se submeter a nenhum tipo de interferência da executiva estadual do partido que, sob a influência do senador eleito Roberto Requião, tenta convencer os deputados a articular uma chapa de oposição ao deputado tucano Valdir Rossoni, que concorre à presidência da Assembleia Legislativa.

O presidente estadual do PMDB e líder da bancada, Waldyr Pugliesi, disse que a bancada tem autonomia para decidir sobre sua participação na Mesa. “A bancada do PMDB é autônoma. E decide por si mesma. Nós podemos até fazer uma ‘audiência pública’ para ouvir a opinião de fora. Mas a bancada é soberana para decidir”, afirmou Pugliesi, que disse representar o partido na discussão.

De acordo com o presidente estadual do partido, o PMDB tem condições de montar uma chapa para concorrer com o PSDB se conseguir convencer o PT, PDT e PSC a entrarem nessa articulação, mas as chances de sucesso são quase nulas, avaliou. “A possibilidade de montar existe, mas é fácil prever que seremos derrotados”, declarou.

A apreensão de Requião e do deputado federal eleito João Arruda, secretário geral do partido, é que a composição do PMDB com o PSDB seja o primeiro passo para que a bancada se incorpore à base de apoio do governador eleito Beto Richa (PSDB) na próxima legislatura.

Como entre os treze deputados que estarão em plenário a partir de 2011, pelo menos a metade já demonstrou, aberta ou discretamente, algum tipo de interesse em participar da base aliada de Beto, os temores de Requião e Arruda são justificáveis.

Porém, o presidente estadual do PMDB disse que a eleição da Mesa e a relação da bancada com o futuro governo tucano são compartimentos distintos. “Apoio ao governo de Beto Richa é uma coisa. Eleição para a Mesa é outra”, afirmou o dirigente do PMDB.

Sem consenso

Outro impasse dentro da bancada do PMDB é quanto ao nome que seria indicado em caso de acordo com os tucanos. Ontem, o deputado Alexandre Curi confirmou que não está disputando a reeleição para a 1ª secretaria, o cargo desejado pelo PMDB.

Curi disse que, neste próximo mandato, pretende se dedicar aos estudos, a percorrer o Estado e a cuidar dos filhos gêmeos que vão nascer. Ele também afirmou que não há necessidade de disputa interna e que o partido pode chegar a um entendimento.

Além de Luiz Claudio Romanelli, o nome que mais agradaria a Rossoni, há outros peemedebistas interessados na 1ª secretaria. Os deputados Stephanes Junior e Artagão de Mattos Leão Junior também já disseram que estão postulando a indicação.

O DEM resolveu também postular a 1ª.secretaria depois que o presidente interino do partido, Durval Amaral, abriu mão de concorrer à presidência a pedido de Beto que avalizou a candidatura de Rossoni.

O secretário geral do DEM, deputado Elio Rusch, disse que se o partido abdicou do principal cargo da Casa, o natural será que reivindique o segundo principal cargo se a chapa de Rossoni se consolidar.

 

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