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Romanelli e Neto Haggi esperam decisão rápida sobre pedágio em Cambará

26 de junho de 2019
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O deputado Romanelli (PSB) e o prefeito Neto Haggi (MDB) esperam uma decisão rápida da justiça federal sobre a o fechamento da praça e a suspensão da cobrança do pedágio pela Econorte na BR-369 entre Cambará e Andirá. Romanelli e Neto Haggi se reuniram nesta quarta-feira, 26, e analisaram o andamento da ação que tramita na 6ª Vara Federal de Curitiba. “As partes envolvidas na ação já se manifestaram, falta apenas a União. A nossa expectativa é por uma decisão que atenda a população do Norte Pioneiro afetada por mais essa cobrança abusiva do pedágio”, disse Romanelli.

“Estamos ansiosos, a praça foi reaberta há mais de 26 dias e as tarifas são exorbitantes, sangram o bolso dos moradores e têm impacto negativo direto na economia dos municípios. Aguardamos esperançosos pela decisão da Justiça Federal. Essa praça traz graves prejuízos econômicos para toda a região”, disse o prefeito Neto Haggi.

A praça entre Cambará e Andirá estava fechada há 16 anos e foi reaberta pela concessionária no dia 1º de junho de 2019. A medida foi tomada depois que a Justiça Federal determinou o fechamento da praça de Jacarezinho, no cruzamento da BR-153 e PR-092, por solicitação da Operação Integração da força tarefa da Lava Jato.

Romanelli e Neto Haggi argumentam que a praça de pedágio entre Cambará e Andirá foi suprimida do contrato há 16 anos e por isso não poderia ser reaberta. “A reabertura é ilegal. A praça foi substituída pela praça de Jacarezinho, que faturou quatro vezes mais. A praça entre Andirá e Cambará não existe mais desde o aditivo de 2002. Como é que se reativa algo que não existe no contrato de concessão?!”, questionam.

Tapa na cara – Os dois criticaram a concessionária que alegou “risco financeiro” para não fazer obras previstas no contrato do pedágio na BR-369. Na ação, a concessionária afirmou que o fechamento da praça de pedágio entre Andirá e Cambará, coloca em risco a situação financeira da empresa com consequência ao pagamento de funcionários, prestadores de serviços, execução de obras e manutenção da rodovia sob sua exploração.

“É um tapa na cara o argumento que o fechamento da praça, reaberta de forma ilegal, coloca em risco o pagamento de funcionários, obras e a própria manutenção das rodovias”, disse Romanelli.

“Ficamos indignados com a manifestação da Econorte na ação. Como podem alegar risco financeiro com tudo que já cobraram, faturaram com o pedágio na região”, disse o prefeito Neto Haggi.

Apoios – O deputado e o prefeito pedem que os moradores da região e os paranaenses continuem mobilizados e apoiem a ação popular que pede o fechamento da praça de pedágio. O site do movimento “PedagioNão” (https://pedagionao.com/) traz a íntegra da ação proposta e tem um espaço para apoio a ação. Para apoiar basta preencher o espaço com o nome completo e o título do eleitor.

“É mais um espaço para a população do Paraná e, sobretudo do Norte Pioneiro, demonstrar a sua insatisfação com essa situação absurda. A concessionária cobrou a mais dos paranaenses, superfaturou obras e está sendo beneficiada. O povo paranaense já pagou pedágio demais”, afirma Romanelli.

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