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Paraná já vacinou metade do público-alvo contra a gripe

13 de maio de 2019
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O balanço sobre a cobertura vacinal contra a gripe mostra que o Estado imunizou até o momento 55,69% do público-alvo estabelecido pela Organização Mundial da Saúde. A campanha de vacinação começou no dia 10 de abril e segue até o dia 31 de maio.

Todas as unidades de saúde, em todos os municípios, estão aplicando as doses para a imunização contra a Influenza. “Nosso apelo é para que a população busque os postos para receber a vacina, que é segura e protege contra o vírus”, afirma o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Além da vacina, o governo do Paraná disponibiliza um medicamento antiviral (Oseltamivir), para quem apresenta os sintomas da Influenza e não pertence ao público-alvo. O remédio está disponível nas unidades de saúde, mas só é entregue com receita médica. De janeiro até agora, a Farmácia do Paraná entregou o medicamento para mais de 70 mil pessoas.

BALANÇO – O balanço antecipado da Campanha de Vacinação no Paraná aponta que entre a população-alvo, os indígenas registram a maior cobertura vacinal, com 84,2%. Na sequência estão as mulheres que tiveram bebê há menos de 45 dias, com 77,9%; os idosos com 67,7%, as gestantes com 58,2% e as crianças entre 6 meses até 5 anos com 56,4%.

O grupo prioritário abrange ainda professores, trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, população privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 20 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e policiais civis e militares.

GRIPE – A gripe (Influenza) é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocada por vírus, com grande potencial de transmissão. A enfermeira da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da SESA, Vera Rita da Maia, alerta para os sintomas: “A população deve estar atenta aos sinais, principalmente à febre alta repentina, infamação na garganta, tosse, dor  no corpo e dor de cabeça”.

O vírus Influenza é responsável por elevadas taxas de hospitalização. “Se a infecção viral não for tratada, pode provocar complicações, evoluir para pneumonia e até ao óbito”, afirma Vera Maia.

PROTEÇÃO –  A enfermeira explica ainda que a vacina aplicada nas unidades de saúde é chamada de trivalente e protege contra os principais vírus em circulação.

“Quem tomou a vacina no ano passado, deve tomar novamente. A composição da vacina muda a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a imunização”, disse.

A Campanha Nacional de Vacinação se concentra neste período do ano porque a queda das temperaturas no outono e no inverno tende a aumentar as aglomerações de pessoas em lugares fechados e sem ventilação, facilitando a transmissão do vírus.

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