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Vereadores apoiam redução de tarifa técnica do transporte coletivo

5 de setembro de 2017
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A redução da tarifa técnica do transporte público de R$ 4,0377 para R$ 3,7985, publicado no Diário Oficial do Município, norteou parte dos discursos na sessão desta segunda-feira, 4, na Câmara de Vereadores de Curitiba.

Sobre o tema, o vereador Bruno Pessuti (PSD) destacou no grande expediente: “Esta Câmara está muito mais do que viva. Mas infelizmente a vontade das pessoas é diferente da velocidade da Justiça. Tivemos o trabalho da CPI, em 2013, da auditoria técnica (da Urbs) e do TCE-PR, e agora a tarifa técnica volta a um valor um pouco mais justo, para que a prefeitura possa, eventualmente, reduzir a tarifa social”.

Para Pessuti, a resolução aponta que o relatório final da CPI “mostrou-se mais uma vez correto”. “A Câmara Municipal de Curitiba faz seu papel, ela fiscaliza. E o resultado está aqui, a redução da tarifa técnica. O presidente da Câmara, Serginho do Posto (PSDB) comentou que o tema é “latente” e a tarifa técnica foi discutida com a “participação direta deste Legislativo”.

Na ordem do dia, o presidente da Câmara, Serginho do Posto (PSDB) também comentou que o tema é “latente” e a tarifa técnica foi discutida com a “participação direta deste Legislativo”.

Sobre a redução do valor pago pelos usuários, o vereador Rogério Campos defendeu que a decisão “mostra coragem do prefeito”, e que se a intenção de Rafael Greca, com o aumento do começo do ano, era fazer um “bolsão” para renovar a frota, agora ele poderia baixar os R$ 4,25 em R$ 0,20 sem afetar a meta. “Incentivaria o retorno dos usuários”, avaliou.

A redução, segundo o Poder Executivo, foi embasada na decisão definitiva do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) sobre o valor repassado às empresas do transporte coletivo. Retroativo a 26 de agosto, segundo a resolução 8/2017, o valor contempla a adoção do preço mínimo do diesel da pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP); ajustes nos parâmetros de consumo do combustível; e a retirada da tarifa dos impostos exclusivos, da taxa de risco dos veículos híbridos e do fundo assistencial, repassado ao sindicato que representa os motoristas e cobradores de ônibus.

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