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Desemprego no Paraná cai 13,6%

21 de agosto de 2017
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O diretor presidente do Ipardes - Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social, Julio Suzuki Júnior, acompanhado pelo chefe do Ibge - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Sinval Dias dos Santos e pelo chefe de gabinete da Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral, Cyllênio Pessoa Pereira Junior, em coletiva com a imprensa para divulgação do produto interno bruto dos municípios do Paraná (2010-2013). Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Ipardes - Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Curitiba, 18/12/2015 Foto: Ricardo Almeida / ANPr

O número de trabalhadores desempregados no Paraná teve queda de 13,6% no segundo trimestre de 2017. Passou de 617 mil para 533 mil pessoas. Foi a maior queda entre os estados do Sul e do Sudeste e a terceira maior do País. Os dados são da pesquisa divulgada pelo IBGE na quinta-feira, 17. Em todo o Brasil, o número de desempregados caiu menos – 4,9%, de 14,136 milhões para 13,486 milhões.

A queda ajudou na redução da taxa de desemprego no segundo trimestre. O percentual de desocupados caiu de 10,3% para 8,9% entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. Além da queda no número de desocupados, a população ocupada também cresceu no período no Paraná. A taxa de desemprego é calculada com base no número da população economicamente ativa e nos índices de ocupação e desocupação.

Do Sudeste e do Sul, o Paraná ficou à frente, por exemplo, de Minas Gerais, com queda de 10,2% no número de desocupados (1,506 milhão para 1,353 milhão) e do Rio Grande do Sul, com diminuição de 8,6% (560 mil para 512 mil). No País, a queda do só não foi maior do que a do Mato Grosso (17,4%) e Pará (16,4%).

“No Paraná, o que se observa é que a queda no número de desocupados foi generalizada, abrangendo tanto homens quanto mulheres, todas as faixas etárias e graus de instrução”, diz Júlio Suzuki Júnior, presidente do Ipardes. “Embora o contingente ainda seja elevado, 84 mil pessoas deixaram de ser desempregadas de um trimestre para outro”, ressalta.

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