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Coluna de quarta, 3

3 de outubro de 2018
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Contas, contas, contas…
A medida que a campanha eleitoral vai afunilando, é interessante a população prestar atenção na origem dos recursos dos candidatos, uma vez que a legislação determina o lançamento em tempo real dos dados. A equipe do Maringá Post foi ao site do TSE e constatou que Ratinho Júnior (PSD) é quem mais põe recursos próprios na campanha, Cida Borghetti (PP) investe R$ 847,2 mil nas redes sociais e João Arruda (MDB) pagou R$ 2 milhões pelos programas de rádio e tv

Contas II
O levantamento levou em consideração os dados dos quatro principais candidatos ao governo do Paraná. Ratinho lançou, até segunda (1º), R$ 4,667 milhões. Os programas de rádio e tv foram as maiores fontes de gastos.

Na frente
Quem mais arrecadou foi Cida Borghetti (PP). Quase tudo (99%) veio do próprio partido. Sua receita total é R$ 7,428 milhões. Os gastos mais elevados foram impulsionamentos nas redes sociais.

Contra o pedágio
José Albertino, de 70 anos, morador de São Miguel do Iguaçu, decidiu protestar mesmo que solitariamente contra os preços abusivos do pedágio no Paraná, que já levou a prisão boa parte da cúpula do ex-governador e candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB). Ele vai sair hoje (3), às 6h da frente da Prefeitura de sua cidade e seguirá a pé até Foz do Iguaçu, levando faixas durante o trajeto.

No trecho
João Arruda cumpre extensa agenda de reuniões, visitas e caminhadas hoje. Começa às 6h30 com visita à Ceasa de Curitiba, depois vai à Umuarama e na parte da tarde desembarca em Foz do Iguaçu.

Fraude milionária
Apresentado pelo presidenciável Jair Bolsonaro como seu ministro da Fazenda no caso de eleição, o economista Paulo Guedes é citado em um processo recém-julgado pela Justiça Federal como beneficiário de um esquema fraudulento que provocou perdas milionárias na Bolsa de Valores à Fapes, fundo de pensão dos funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As informações são da revista digital Crusoé, que teve acesso aos autos e à sentença proferida em 3 de julho pelo juiz Tiago Pereira, da 5ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Coação
O Ministério Público do Trabalho divulgou nota para alertar empresários e sociedade civil sobre a proibição de imposição, coação ou direcionamento político na escolha de empregados. Segunda, uma carta assinada pelo presidente do Grupo Condor, Pedro Joanir Zonta, direcionada a seus colaboradores viralizou na internet.

Coação II
No documento, Zonta declara apoio a Bolsonaro, faz críticas à esquerda e diz se comprometer em não cortar o 13º salário e férias de seus funcionários.

Coação III
Há algum tempo, Luciano Hang, dono das Lojas Havan, promove atos de campanha com seus colaboradores e lança ameaça de demissões caso Bolsonaro não vença as eleições.

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