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Ratinho Junior promete apoio e parceria profunda com hospitais filantrópicos do Paraná

13 de setembro de 2018
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O candidato ao governo do Paraná, Ratinho Junior, participou de um encontro com representantes da Federação das Santas Casas de Misericórdia (FEMIPA), na tarde desta terça-feira, 11, em Curitiba. A Federação reúne hospitais filantrópicos do Paraná, que são parceiros do governo do Estado, e é responsável por 50% dos atendimentos dos hospitais do Paraná e de 70% dos atendimentos de alta complexidade.

Ratinho Junior reforçou o papel importante e fundamental que as Santas Casas e os hospitais filantrópicos têm para a saúde do Estado. “O Paraná conseguiu avançar com parcerias. No meu plano de governo, temos diversas políticas públicas para a saúde e pretendo manter o que é bom e corrigir o que é preciso ser corrigido”.

Entre as propostas apresentadas pelo candidato estão o fortalecimento do atendimento nas unidades básicas de saúde, a qualificação do atendimento e dar apoio aos municípios por meio de consórcios. “Queremos ampliar parcerias com hospitais filantrópicos, especialmente no que se refere ao custeio e a ampliação e oferta de cirurgias eletivas. Além disso, pretendemos potencializar os centros de especialidades”, afirmou Ratinho Junior.

Ventorim lembrou do papel social dos hospitais filantrópicos e de como estas instituições movimentam a economia do Estado. “Quanto maior o hospital, mais economia ele gera. A gente só fecha hospital quando somos abandonados pelo poder público. Por isso, ficamos muito felizes em ouvir suas palavras”, declarou.

O administrador do Hospital de Caridade Dona Darcy Vargas, de Rebouças, Márcio José Gobor, reconheceu como positivas as propostas de Ratinho Junior de desburocratizar os processos. Ele cita a Unidade de Cuidados Continuados e Integrados do hospital que atende pacientes em reabilitação, que tem enfrentado dificuldades no recebimento de recursos do Governo Federal. “O dinheiro passa antes pelo Estado, mas por conta da burocracia, demora muito para chegar até o hospital. A consequência disso é o atraso no pagamento de funcionários e despesas”.

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