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Revitalização do complexo histórico de Antonina começa no Armazém Macedo

15 de junho de 2018
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O projeto de revitalização dos prédios que formam o complexo histórico de Antonina, no litoral do Paraná, começa com o Armazém Macedo. A assinatura da ordem de serviço para o início da restauração aconteceu na quarta-feira (13). O investimento é da ordem de receber R$ 6,4 milhões, com recursos do PAC Cidades Históricas, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Armazém Macedo é uma edificação com mais de 300 anos de história. A intervenção inclui recomposição da volumetria do Armazém Macedo, adaptando as edificações para um novo uso cultural, espaços expositivos, auditório, biblioteca, além de áreas para concessões comerciais. Também serão construídos decks de madeira e um novo trapiche integrados as áreas do armazém e seus anexos.

Após a restauração, o local será tornará um novo atrativo no litoral do Paraná e ponto de encontro da população local. “A comunidade está muito feliz porque o Armazém, além de nos acolher, vai atrair muitos visitantes. O turismo é uma importante fonte de renda para nosso município”, destacou o prefeito de Antonina, José Paulo Azim.

A presidente do Iphan, Kátia Bogéa, disse que o instituto tem um compromisso com a revitalização do complexo histórico de Antonina e o apoio do deputado federal João Arruda tem sido fundamental para viabilizar recursos para as obras. “Primeiro demos a ordem do Armazém Macedo”, ressaltou.

“O deputado Arruda está transferindo recursos do Ministério do Turismo na ordem de R$ 1 milhão para que a gente possa fazer a licitação da Estação Ferroviária”, informou Kátia. A presidente informou que o Iphan está concluindo o projeto da Igreja Matriz Nossa Senhora do Pilar. “Tem ainda a Igreja do Bom Jesus do Saivá, que fará parte do projeto com recursos de compensação ambiental do Iphan”.

Na solenidade, João Arruda ressaltou a importância do resgate das construções históricas do litoral, como forma de incentivo à cultura e ao turismo da região. “Além do Armazém, das Igrejas e da Estação, vamos tentar fazer a Maria Fumaça voltar aos trilhos entre Morretes e Antonina, trazendo para cá turistas e fomentando o desenvolvimento econômico com os bares, os restaurantes e os hotéis da cidade”, disse.

Além das edificações, Kátia Bogéa lembrou o trabalho que está sendo feito para a conscientização das comunidades paranaenses, em relação ao cuidado e preservação da cultura local. “O Iphan do Paraná vem fazendo um trabalho muito importante de educação patrimonial, porque não é só trazer os recursos e fazer a restauração, mas envolver a comunidade na defesa desse patrimônio”.

“Isso envolve as escolas e os mais velhos, que vão passar as suas histórias para os mais jovens. É necessário fazer todo esse trabalho porque aquilo que a gente não conhece a gente não protege e não ama”, concluiu a presidente do Iphan.

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