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Urna eletrônica é hackeada em teste de segurança feito pelo TSE

5 de dezembro de 2017
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) organizou um teste público de segurança para analisar se as urnas eletrônicas do país são realmente seguras. Realizado em Brasília, Distrito Federal, o teste identificou “três falhas relevantes” no software do aparelho, segundo o ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE. O objetivo do teste era justamente encontrar vulnerabilidades para corrigi-las a tempo da próxima eleição, em 2018.

Um grupo de hackers trabalhou na ação, que aconteceu entre os dias 28 e 30 de novembro, para tentar invadir os sistemas das urnas. Os invasores conseguiram acesso ao registro digital do voto (RDV), que é um registro de atividade da urna, onde se mostra quais candidatos foram votados em cada máquina, mas não conseguiram alterá-lo, apenas observá-lo. Além disso, os hackers chamados para os testes não conseguiram ter acesso aos dados dos usuários.

Segundo o coordenador de sistemas eleitorais do TSE, José de Melo Cruz, o próximo passo dos investigadores é fazer um relatório de tudo aquilo que foi encontrado para que seja prontamente corrigido. Será necessária uma atualização de software.

Segundo ele, essa atualização feita pelo TSE “é difícil e necessária para que o software possa acompanhar as mais recentes versões do sistema operacional”.

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