O fortalecimento das relações internacionais do Paraná, e o seu reflexo nos investimentos no Estado, foi destacado pelo governador Beto Richa durante encontro com membros do Corpo Consular de Curitiba, nesta segunda-feira (09), no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O Corpo Consular reúne representantes de cerca de 40 países.

O chefe do Escritório de Representação do Itamaraty em Curitiba, ministro Paulo Roberto Palm; o secretário do Cerimonial e Relações Internacionais do Governo do Paraná, Ezequias Moreira, e a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, também participaram.

No encontro, Richa recebeu um diploma e uma medalha do Corpo Consular em reconhecimento às boas ações do governo estadual na área internacional. “Desde o período em que eu era prefeito da capital, sempre procurei estreitar as relações internacionais, fortalecer e valorizar o Corpo Consular. Aprimoramos essa relação no Governo do Estado e semanalmente recebemos embaixadores e cônsules de vários países”, disse ele.

O fortalecimento das relações resultam em investimentos para o Paraná, afirmou o governador. “Temos bons programas, intercâmbios nas áreas de economia, energia, cultura, pesquisa e ensino superior, além de parcerias feitas com nossas universidades estaduais. Os benefícios são enormes e, também por conta dessas relações, o Paraná expande os investimentos produtivos e vive hoje o maior ciclo industrial de sua história”, disse.

Thomas Amaral Neves, presidente do Corpo Consular e cônsul da República Dominicana e da Albânia, destacou a boa relação com o Governo do Estado. “O Corpo Consular está à disposição para incrementar os negócios do Paraná com os países que representamos, além de ampliar o intercâmbio cultural e entre universidades. Estamos melhorando as câmaras de comércio para fomentar ainda mais os negócios com o Estado”, explicou.

PROJEÇÃO – O ministro Paulo Roberto Palm também ressaltou que as parcerias com outros países trazem benefícios ao Paraná. “O Corpo Consular ajuda o Ministério das Relações Exteriores a promover o relacionamento com esses países, seja na área cultural ou econômica. Sempre surgem novas parcerias”, disse. “O Estado é bastante sensível, possuindo várias parcerias internacionais que o projetam no cenário internacional.”