“A Itaipu conta hoje com um amplo conjunto de indicadores de sustentabilidade, como o protocolo do IHA (Associação Internacional de Hidreletricidade), a certificação Life, as normas do GRI (Global Report Initiative) para elaboração de relatórios, além cumprir com as exigências do ISE-Bovespa e Dow Jones”, afirmou Kotz, justificando o primeiro lugar na categoria indicadores.   Zanlorensi atribuiu o primeiro o lugar com o case “Biodiversidade...” ao trabalho conservacionista que é desenvolvido desde o início da construção da empresa.  Já naquela época, foram desenvolvidas ações que eram consideradas de vanguarda para os anos 1970.   Pesou sobre isso o fato de o então diretor-geral brasileiro, Costa Cavalcanti, e do então superintendente de Meio Ambiente, Arnaldo Carlos Müller, terem feito parte da comitiva brasileira que participou da 1ª Conferência de Meio Ambiente da ONU, em 1972. A Conferência de Estocolmo, como ficou conhecida, foi a primeira a falar sobre a necessidade de impor limites à ação do homem e de adotar medidas compensatórias.   Um dos resultados práticos dessa influência foi a aquisição de terras para a formação de áreas protegidas que, somadas, praticamente equivalem à área do reservatório. “Além da manutenção das áreas protegidas, o programa Biodiversidade inclui a produção de mudas para a recuperação de áreas degradadas na região, ações para a reprodução de espécies ameaçadas, o acompanhamento de bioindicadores da ictiofauna do Rio Paraná e do Canal da Piracema, que é referência para hidrelétricas em todo o mundo”, resume Zanlorensi.  A partir de 2003, com a criação do programa Cultivando Água Boa, esse trabalho de conservação que era realizado nos 16 municípios brasileiros afetados pela formação do reservatório foi ampliado para a Bacia Hidrográfica do Rio Paraná Parte 3 (a bacia hidrográfica conectada com o lago de Itaipu, no Oeste do Paraná e Sul do Mato Grosso do Sul).  “Por isso, a premiação é resultado de um esforço de muitas pessoas nesses mais de 40 anos, muitas delas já aposentadas e algumas até que já faleceram. Esse não é só um prêmio para a Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu, mas da empresa como um todo”, acrescentou.  Os premiados  Os três cases que obtiveram as primeiras posições do ranking 2016 foram:  1 - Itaipu Binacional - Biodiversidade Nosso Patrimônio 2 - CEAGESP (SP) - Reduzindo o Desperdício 3 - CAIXA (DF) - Geração de Renda e Energia  E, na categoria Indicadores:  1 - Itaipu Binacional - Cultivando Água Boa 2 - Grupo Fleury (SP) - A Experiência de implantação de uma unidade Sustentável em uma empresa de saúde 3 - CAIXA (DF) - Projeto Ilhas de Impressão

A Itaipu Binacional obteve dois primeiros lugares no Ranking 2016 dos Legítimos da Sustentabilidade, promovido pelo Programa Benchmarking Brasil, uma das principais iniciativas de certificação de ações socioambientais no país. A Usina foi vencedora com o case “Biodiversidade: Nosso Patrimônio”. E também venceu na nova categoria “Indicadores”, pelo conjunto de certificações e de parâmetros que atestam a qualidade da gestão socioambiental da empresa.

A entrega do prêmio foi no último dia 30 de junho, em São Paulo. A Itaipu foi representada pelo superintendente de Meio Ambiente, Jair Kotz, e pelo gerente da Divisão de Áreas Protegidas, Edson Zanlorensi.

“A Itaipu conta hoje com um amplo conjunto de indicadores de sustentabilidade, como o protocolo do IHA (Associação Internacional de Hidreletricidade), a certificação Life, as normas do GRI (Global Report Initiative) para elaboração de relatórios, além cumprir com as exigências do ISE-Bovespa e Dow Jones”, afirmou Kotz, justificando o primeiro lugar na categoria indicadores.

Zanlorensi atribuiu o primeiro o lugar com o case “Biodiversidade…” ao trabalho conservacionista que é desenvolvido desde o início da construção da empresa. Já naquela época, foram desenvolvidas ações que eram consideradas de vanguarda para os anos 1970.

Pesou sobre isso o fato de o então diretor-geral brasileiro, Costa Cavalcanti, e do então superintendente de Meio Ambiente, Arnaldo Carlos Müller, terem feito parte da comitiva brasileira que participou da 1ª Conferência de Meio Ambiente da ONU, em 1972. A Conferência de Estocolmo, como ficou conhecida, foi a primeira a falar sobre a necessidade de impor limites à ação do homem e de adotar medidas compensatórias.

Um dos resultados práticos dessa influência foi a aquisição de terras para a formação de áreas protegidas que, somadas, praticamente equivalem à área do reservatório. “Além da manutenção das áreas protegidas, o programa Biodiversidade inclui a produção de mudas para a recuperação de áreas degradadas na região, ações para a reprodução de espécies ameaçadas, o acompanhamento de bioindicadores da ictiofauna do Rio Paraná e do Canal da Piracema, que é referência para hidrelétricas em todo o mundo”, resume Zanlorensi.

A partir de 2003, com a criação do programa Cultivando Água Boa, esse trabalho de conservação que era realizado nos 16 municípios brasileiros afetados pela formação do reservatório foi ampliado para a Bacia Hidrográfica do Rio Paraná Parte 3 (a bacia hidrográfica conectada com o lago de Itaipu, no Oeste do Paraná e Sul do Mato Grosso do Sul).

“Por isso, a premiação é resultado de um esforço de muitas pessoas nesses mais de 40 anos, muitas delas já aposentadas e algumas até que já faleceram. Esse não é só um prêmio para a Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu, mas da empresa como um todo”, acrescentou.

Os premiados

Os três cases que obtiveram as primeiras posições do ranking 2016 foram:
1 – Itaipu Binacional – Biodiversidade Nosso Patrimônio
2 – CEAGESP (SP) – Reduzindo o Desperdício
3 – CAIXA (DF) – Geração de Renda e Energia

E, na categoria Indicadores:
1 – Itaipu Binacional – Cultivando Água Boa
2 – Grupo Fleury (SP) – A Experiência de implantação de uma unidade Sustentável em uma empresa de saúde
3 – CAIXA (DF) – Projeto Ilhas de Impressão